Dra. Joana de Souza Sanchotene Moschen, nossa Infectologista

Dra. Joana de Souza Sanchotene Moschen, nossa Infectologista

Dra. Joana de Souza Sanchotene Moschen, nossa Infectologista 09Abril
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“Sinto-me muito feliz em ser infectologista, realizada pela minha escolha, que foi totalmente acertada”, assegura a Dra. Joana de Souza Sanchotene Moschen, a Infectologista do Hospital Beneficente São Carlos há quatro anos.

A especialidade médica ganhou evidência com a chegada da pandemia do coronovírus, que há pouco mais de um ano fez o mundo rever os hábitos para cuidar da saúde.

Dentro das instituições de saúde o infectologista passou a nortear o enfrentamento da doença. “Foram implantados protocolos novos nos hospitais e na nossa vida pessoal. Continua sendo muito triste ver pessoas que têm - ou teriam - uma vida inteira pela frente, sofrendo por esse vírus, passando por internações prolongadas e sempre com risco altíssimo de ir ao óbito”, afirma a médica.

Formada pela Universidade Federal do Rio Grande, dra. Joana é proveniente da fronteira oeste do estado, mas mora em Caxias do Sul há nove anos. Tem muito clara a razão que a motivou a escolher a especialidade. “Decidi ser infecto principalmente para não ficar segmentada a um público único, pois eu gosto de lidar com crianças, adolescentes, jovens e idosos e também com múltiplas doenças. A infecção é algo a mais na vida de cada paciente, então eu posso ajudar muito cada um, fazendo com que aquela pessoa que está doente, que está perdendo qualidade de vida, possa melhorar e voltar para sua rotina. Isso é muito gratificante! ”, explica.

Casada com Eduardo Moschen, a família aumentou há 10 meses, com a chegada de Manoela. “Recebemos uma bênção de Deus, nossa filhinha Manoela. Quando a pandemia começou eu já estava grávida de sete meses e naquele momento foi preciso mudar todo o protocolo do hospital, correndo o risco maior de pegar coronavírus e se tornar grave. Isso mexeu muito com meu bem-estar, com meu emocional. Entrei em licença, voltei e os casos continuam, o que mostra que é uma pandemia duradoura, muito mais do que a gente imaginava. Agora com a Manuela tenho mais força, dia a dia, para lutar e ajudar as outras pessoas”, confessa a médica-mãe, em uma total entrega das fortes emoções que experimenta nos últimos tempos.

À dra. Joana e a todos os infectologistas que se dedicam a apontar o caminho pela saúde, nosso reconhecimento pela data de 11 de abril, Dia do Infectologista.



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